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Ato no Rio reivindica moradia, vacina, auxílio e fora Bolsonaro; mobilização acontece por todo o país

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A Jornada de Lutas reuniu movimentos populares em diversos estados do país para irem às ruas protestarem por moradia digna, auxílio emergencial, vacina para todos e pela saída de Jair Bolsonaro. Com o lema “Vacina no Braço, Comida no Prato, Moradia Popular e Fora Bolsonaro”, os representantes dos movimentos no Rio de Janeiro se reuniram em frente à Prefeitura do município na manhã da última sexta-feira (16). Dentre os presentes, estava o presidente da APCEF/RJ, Paulo Matileti, além de representantes da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), União Nacional por Moradia Popular (UMP), Central de Movimentos Populares (CMP), Movimento Unido dos Camelôs (MUCA) e outros.

Enquanto os atos ocorriam em diferentes estados, um documento elencando as pautas e reivindicações dos movimentos foi enviado para o governo federal. Além disso, representantes dos movimentos no Rio de Janeiro foram recebidos por Nilton Caldeira, vice-prefeito e secretário de Habitação do município, para debater as pautas de moradia popular. É importante ressaltar que com o fim do Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo Lula em 2009 e extinto pelo governo Bolsonaro, a falta de moradia é um problema que vem crescendo cada vez mais. Milhares de famílias não têm onde morar, e principalmente agora, neste cenário de pandemia e com o corte do auxílio emergencial para muitos, o problema só se intensificou.

O Conselho Nacional das Cidade (Concidades), criado em 2004, era um exemplo de espaço que promovia o debate de políticas públicas e programas sociais de moradia, como o próprio Minha Casa, Minha Vida que era oxigenado pela Caixa Econômica. Infelizmente, o órgão e o programa foram extintos por Jair Bolsonaro logo no início de seu mandato, o que demonstra sua incapacidade de pensar no bem-estar da população. Por isso, a Jornada de Lutas também chamou a atenção para os retrocessos políticos, econômicos e sociais, bem como o covarde esvaziamento imposto ao maior banco da América Latina.

"Moradia digna é um direito de todos os cidadãos, sendo inclusive garantido pela Constituição Federal. Infelizmente, o atual governo não demonstra preocupação com milhões de famílias desabrigadas, as que moram em áreas de risco e as que desejam realizar o sonho da casa própria. Exemplo claro disso é a extinção do Minha Casa, Minha Vida e o esvaziamento da Caixa Econômica imposto pelo atual governo. Por isso, precisamos nos mobilizar, apoiar esses atos e cobrar uma posição das autoridades para que a Caixa volte a ser o motor do desenvolvimento social e solução dos problemas de moradia", disse Paulo Matileti, presidente da APCEF/RJ.

Clique e veja a galeria de fotos do ato no Rio de Janeiro.

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