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Auxílio emergencial deve continuar

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O auxílio emergencial pago pela Caixa foi de extrema importância para milhões de famílias brasileiras que perderam renda durante a pandemia. Agora, a pandemia está longe de acabar, a economia continua fragilizada, o número de mortes segue subindo e o governo não quer dar continuidade ao auxílio. É fundamental que as entidades representativas dos trabalhadores da Caixa se mobilizem para que o benefício continue sendo pago a todos os brasileiros que necessitem. 

Na última semana, o ministro Paulo Guedes afirmou a possibilidade de retomada do auxílio para metade dos beneficiários, uma vez que a outra metade já estaria inscrita em outros programas sociais como Bolsa Família. Segundo informações da Folha, o governo tem planos para mudar o funcionamento do auxílio, que agora seria chamado de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva), e seria composto por três parcelas de R$200. Ou seja, além de cortar pela metade o número de beneficiados, querem também cortar o valor do benefício, sob justificativa de que o governo não tem recursos para seguir pagando o auxílio como estava.

Temos milhões de brasileiros em situação de extrema vulnerabilidade, e é crucial que a Caixa continue exercendo sua função social, como um banco 100% público e do povo, no pagamento do auxílio para aqueles que precisam. 

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