31/12/2025 07:40

Réveillon carioca e a história da virada do ano em 1º de janeiro

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Nem sempre o ano começou em 1º de janeiro, nem a virada foi celebrada como o Réveillon conhecido hoje. Ao longo da história, diferentes povos marcaram o início do ano a partir de ciclos da natureza, fenômenos astronômicos ou datas religiosas. A escolha do 1º de janeiro tem origem na Roma Antiga, quando o ano, que começava em março, foi reorganizado por razões políticas e administrativas.

Janeiro ganhou destaque por estar associado a Jano, divindade romana ligada aos começos e às transformações. Em 153 a.C., a posse dos governantes passou a ocorrer nesse mês, reforçando seu simbolismo como ponto de partida do ano. A reforma do calendário promovida por Júlio César, no século I a.C., consolidou o 1º de janeiro como início do ano civil.

Após variações ao longo da Idade Média, a padronização se firmou em 1582, com a adoção do calendário gregoriano, tornando o 1º de janeiro referência internacional para a virada do ano. Desde então, a data passou a reunir significados que vão além do calendário, transformando-se em um momento simbólico de renovação.

No Rio de Janeiro, essa tradição ganhou identidade própria. O Réveillon, especialmente na orla de Copacabana, reúne milhões de pessoas em um ritual marcado por celebração, esperança e desejo de novos começos, traduzindo em festa o sentido histórico da virada do ano que atravessou séculos até chegar aos dias atuais.

Nesse espírito de reflexão e renovação, a Diretoria da APCEF/RJ deixa sua mensagem para a chegada de 2026: “Que o Ano Novo traga em seu bojo dias de reflexão, passos firmes e realizações. Um tempo para fortalecer valores, rever prioridades e seguir adiante com equilíbrio, respeito e humanidade. Que não falte disposição para lutar por um tempo mais justo e fraterno, no qual a paz prevaleça. Que 2026 traga clareza nas decisões e serenidade para enfrentar os desafios”.
 

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