Greve na Caixa continua: veja 12 pontos que os empregados precisam saber
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A greve dos empregados da Caixa continua sob novas regras definidas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). A liminar determina que 60% dos empregados permaneçam em atividade em cada agência, de forma presencial ou remota, enquanto o dissídio coletivo segue em análise.
A decisão trouxe dúvidas sobre escalas, funcionamento das unidades, direitos e próximos passos da mobilização. Para facilitar o entendimento, a APCEF/RJ reúne 12 pontos importantes para as empregadas e os empregados neste momento.
1. A greve continua
A decisão do TST não encerrou a paralisação. A mobilização segue enquanto o dissídio coletivo é analisado.
2. Os 60% valem para cada agência
Cada unidade deve manter 60% dos empregados em atividade durante a greve.
3. Cabe à Caixa organizar as escalas
É responsabilidade do banco definir quem trabalha e garantir o cumprimento do percentual determinado.
4. O trabalho pode ser presencial ou remoto
As duas modalidades podem ser usadas para alcançar os 60% estabelecidos pelo TST.
5. Os 60% não significam volta à normalidade
O funcionamento parcial das agências não representa a retomada completa das atividades.
6. Alguns serviços devem ser mantidos
A decisão leva em conta atividades como compensação bancária, pagamento de benefícios sociais e operações ligadas ao FGTS.
7. Quem está de férias não entra no cálculo
Empregados em férias não devem ser incluídos na apuração dos 60%.
8. O ACT 2024/2026 continua valendo por enquanto
As cláusulas do acordo permanecem mantidas até a decisão definitiva do dissídio.
9. A decisão do TST precisa ser cumprida
O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 100 mil para o sindicato que não cumprir a determinação.
10. Teve problema? Procure o sindicato
Dúvidas, pressões ou possíveis irregularidades devem ser registradas e comunicadas à representação sindical.
11. As negociações ainda podem continuar
As entidades representativas seguem defendendo uma solução negociada com a Caixa.
12. O julgamento de terça-feira pode definir os próximos passos
O dissídio está pautado para terça-feira, 29 de setembro, às 14h30, no TST. O resultado poderá influenciar os próximos passos da mobilização.

